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Clipping

23/05/2017 às 17:26

Brasil é 18º em ranking global sobre dados abertos

Escrito por: Luís Osvaldo Grossmann
Fonte: Convergência Digital

O Brasil escorregou uma posição no ranking global de dados abertos e caiu para 18º na quarta edição do Open Data Barometer, uma iniciativa promovida pela World Wide Web Foundation que analisou a disponibilidade e facilidade de uso de informações para os cidadãos de 115 países (foram 92 na edição de 2016). 
 
Segundo o documento divulgado nesta terça, 23/5,  “dados abertos ainda são exceção, não regra”. “Apenas 7% dos dados são totalmente abertos, apenas um em cada dois conjuntos de dados é de leitura óptica e apenas um em quatro conjuntos de dados tem uma licença aberta . Enquanto mais dados tornaram-se disponíveis em um formato legível por máquina e sob uma licença aberta desde a primeira edição do Barômetro, o número de conjuntos de dados verdadeiramente abertos globais permanece parado”. 
 
O estudo analisa a existência e qualidade de 15 conjuntos de dados importantes (como cadastros ou orçamentos governamentais) em todos os 115 países. Estes conjuntos de dados são coletados de alguma forma em 97% dos países. No entanto, 29% desses conjuntos de dados não são ainda publicados on-line, e apenas 7% são verdadeiramente abertos – ou seja, podem ser livremente usados, modificados e compartilhados por qualquer um para qualquer propósito. 
 
Nações prósperas dominam as dez primeiras posições do ranking: Reino Unido, Canadá, França, Estados Unidos, Coreia, Austrália, Nova Zelândia, Japão, Holanda e Noruega. O México, que lidera a região da América Latina e Caribe, é o 11o da lista, sendo seguido por seis países europeus, então Uruguai e Brasil, em 18º. Apesar da posição, o Brasil tem destaque por estar entre as 12 nações que publicam dados verdadeiramente abertos sobre gastos públicos, e entre as nove que fazem o mesmo com informações sobre educação.