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Clipping

24/01/2012 às 14:42

Fenaj marca mobilização para fevereiro

Escrito por: Redação
Fonte: Coletiva.net

Entidade quer retomar esforços para votação da PEC do Diploma em segundo turno

A Executiva da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) voltará a mobilizar a categoria nos dias 7 e 8 de fevereiro, após a retomada das atividades no Congresso Nacional. A ideia é buscar a aprovação, em segundo turno de votação, da PEC 33/09, que restitui a exigência do diploma para o exercício da profissão de jornalista.

Em circular encaminhada aos sindicatos, membros da Comissão Nacional de Ética dos Jornalistas e entidades apoiadoras do movimento em defesa do diploma, a direção da entidade orienta que todos insistam nos contatos com os senadores ainda em janeiro – quando os parlamentares estão em seus estados. O objetivo é assegurar a votação no próximo mês, reafirmar os votos favoráveis, garantir a presença dos senadores ausentes na primeira votação e buscar reverter a posição de parlamentares que votaram contra a proposta.

No primeiro turno de votação, em 30 de novembro do ano passado, a PEC do Diploma, de autoria do senador Antônio Carlos Valadares (PSB/SE) e que teve como relator o senador Inácio Arruda (PCdoB/CE), obteve 65 votos favoráveis e sete contrários. Conforme acordo de lideranças anunciado em dezembro, o segundo turno de votação ficou para o início dos trabalhos no Senado em fevereiro. “Acreditamos na possibilidade de um placar ainda mais favorável, pois já tivemos manifestações públicas de apoio de mais de 70 senadores. Mas para assegurar esta conquista, contamos com o empenho de todos os nossos apoiadores”, diz o presidente da Fenaj, Celso Schröder.

Ele revela que, além das atividades em Brasília nos dias 7 e 8 de fevereiro, a intenção é contar com delegações de profissionais, professores, estudantes de Jornalismo e de outros segmentos da sociedade na data da votação da PEC em segundo turno. “Com muita luta corrigiremos, ainda em 2012, um equívoco cometido pelo STF que prejudica os jornalistas brasileiros há mais de dois anos”, considera Schröder.