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Clipping

05/02/2014 às 14:12

IDC: venda de tablets e smartphones deve crescer 23%

Escrito por: Redação
Fonte: Estadão

As vendas de notebooks, computadores de mesa (PCs), tablets e smartphones devem atingir 71 milhões de unidades no Brasil ao longo de 2014, crescimento de 23% em relação às 57,7 milhões de unidades comercializadas em 2013, de acordo com pesquisa divulgada na manhã desta quarta-feira, 5, pela consultoria IDC. "Será uma enxurrada de aparelhos. Mesmo com os problemas de conectividade e problemas com as operadoras (de telefonia e internet), isso não tem se mostrado um empecilho para a procura desses aparelhos pelos consumidores", observou Bruno Freitas, analista de dispositivos de tecnologia de consumo.

Segundo a consultoria, a venda de aparelhos deve ser puxada não só pelos consumidores comuns, mas também pela procura de empresas que têm estruturado o trabalho à distância de seus funcionários, os chamados "mobile workers" (trabalhadores móveis). "São pessoas que atuam nas áreas de gerência, segurança e manutenção. Em todas essas categorias, há um potencial de crescimento muito grande", completou Alexandre Campos, diretor de pesquisa e consultoria da IDC.

Para 2014, a perspectiva é de um crescimento mais forte de tablets e smartphones do que de notebooks e PCs. No primeiro caso, os dispositivos ainda têm uma participação relativamente pequena no mercado, com muitos consumidores fazendo a primeira compra desses aparelhos. Já os notebooks e os PCs são dispositivos difundidos. "Eles entram em rota de crescimento mais moderado ou até mesmo queda, mas não acreditamos em um fim desse mercado. As vendas devem ser voltadas principalmente pare reposição de equipamentos", disse Freitas.

No segmento de telefonia, os smartphones (celulares com sistema operacional) devem ganhar participação no total de vendas de celulares. Em 2013, os smartphones representaram cerca de 51% das vendas de celulares no País, enquanto em 2014, essa fatia deve saltar para cerca de 73%. Segundo a IDC, esse avanço se deve ao aumento na oferta de aparelhos com preços abaixo de R$ 500, além de pacotes de dados com preços variados por parte das operadoras.