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Clipping

28/07/2015 às 15:32

Internet.org quer acelerar a adesão das operadoras

Escrito por: Redação
Fonte: Tele.Síntese

Facebook afirma que mais da metade dos usuários da plataforma pagam por algum serviço de dados ou acesso à internet nos primeiros 30 dias de uso. Segundo a rede social, desde que o projeto começou a operar na Zâmbia, 12 operadoras, em 17 países, passaram a oferecer o acesso gratuito à plataforma. A iniciativa já cobre o equivalente a 1 bilhão de pessoas.
 
O Internet.org, iniciativa do Facebook que prevê o acesso gratuito a um conjunto determinado de aplicativos online, completou um ano hoje, 27. Segundo a rede social, desde que o projeto começou a operar na Zâmbia, 12 operadoras, em 17 países, passaram a oferecer o acesso gratuito à plataforma. A iniciativa já cobre o equivalente a 1 bilhão de pessoas.
 
Agora, o serviço entra em uma segunda fase, de expansão. O Internet.org criou uma área dedicada às empresas de telecomunicações que queiram oferecer gratuitamente os serviços cadastrados na plataforma. “Nossa meta é trabalhar com quantas operadoras e desenvolvedores for possível”, diz o Facebook, em nota à imprensa. As empresas poderão pedir material sobre a iniciativa, melhores práticas para oferecer serviços a pessoas sem acesso e ferramentas para sua implantação.
 
A rede social divulgou, também, um balanço da  iniciativa, afirmando que consegue atrair novos usuários para a internet 50% mais rapidamente do que a oferta de serviços gratuitos sem o selo Internet.org. Diz, também, que mais da metade dos usuários pagam por algum serviço de dados ou acesso à internet nos primeiros 30 dias de uso.  Apenas em junho, 1 milhão de pessoas acessaram serviços básicos de saúde por meio do projeto.
 
Na semana passada, o Internet.org realizou uma série de eventos para desenvolvedores no Brasil, durante os quais exibiu sua plataforma, realizou maratonas de programação e divulgou o FbStart, iniciativa para premiar startups dedicadas a produtos voltados para o “benefício social”. Aqui, como em outros países, a iniciativa é criticada por organizações sociais por oferecer acesso restrito à internet. O Facebook afirma ainda não haver data para a estreia do Internet.org no país.