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Clipping

02/06/2016 às 16:27

Jornalista vai ao Oriente Médio e cobre a 'metrópole mais perigosa do mundo'

Escrito por: Redação
Fonte: Comunique-se

Rodrigo Lopes, repórter internacional do Grupo RBS e editor de Zero Hora, passou sete dias em Bagdá, no Iraque, para apurar como é o cotidiano de quem convive com a constante ameaça de bombas. Na imersão à realidade de insegurança, o comunicador é o primeiro jornalista brasileiro a chegar a Ramadi, onde, a dois quilômetros dali, tremula a bandeira do Estado Islâmico, símbolo de opressão e medo.
 
As informações da RBS mostram que durante o período em que Lopes estava no local não houve sequer um dia sem explosões. Para produzir o material, veiculado no 'Caderno DOC', da superedição de Zero Hora, o jornalista, juntamente com o exército iraquiano, foi de helicóptero a Ramadi, a capital simbólica do Estado Islâmico, alvo de mais de 600 bombas. Foram 45 minutos de voo mais um trajeto em comboio blindado. Nenhum outro jornalista brasileiro chegou tão perto da região, que por oito meses ficou sob o domínio absoluto de grupos terroristas.
 
Ao falar sobre o trabalho, Lopes ressalta que o leitor vai ter contato com material autoral. “Foi a experiência mais incrível da minha carreira. Tudo tinha que ser muito calculado, planejado. Havia o medo de sequestro, de estar no lugar errado na hora errada. Tem que lidar o tempo todo com o inesperado. O material narra, em paralelo, histórias das pessoas juntamente com o contexto histórico".
 
O jornalista resolveu trabalhar com formato de diário. Chamado de “Bagdá 7 dias na metrópole mais perigosa do mundo”, o especial tem 18 páginas do caderno 'DOC' e em um especial digital (com fotos 360º, vídeos especiais, textos, mapa interativo e linha do tempo).
 
"Ao trazer fatos e situações de outros países com olhar próprio, valorizamos a relação de confiança do público de que encontrará um conteúdo exclusivo e diferenciado em nossos veículos. Com esse olhar único, também aproximamos do público fatos e situações que moldam a história e, de uma forma ou de outra, afetam nossa vida", finalizou Lopes.