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Clipping

20/06/2014 às 13:40

Snowden provou que as vulnerabilidades existem, diz diretor do CPqD

Escrito por: Redação
Fonte: Convergência Digital

Mais do que a biometria simples, os bancos vão adicionar o reconhecimento de fala e de face para ampliar o radar da sua segurança, prevê o vice-presidente comercial do CPqD, José Eduardo Azarite. Segundo ele, ao abrir novos canais para criar um novo modelo de relacionamento com o cliente, os bancos põem à prova as suas estratégias de segurança.

"Cada lado fica cada vez mais inteligente. A segurança exige soluções complementares. Nao há mais como proteger sem essa mescla e é preciso olhar o compartamento dos clientes e dos próprios funcionários dos bancos", sustenta o executivo.

Com relação ao big data, Azarite diz que nos últimos três anos, os cientistas de dados do CPqD estão transformando os dados em quantidade em informação. "O dado precisa ser analisado em tempo real. O ilícito precisa ser combatido antes que ele ocorra. Esse é desafio das soluções de prevenção à fraude", sustenta o executivo.

Azarite brinca ao falar sobre o momento da Segurança da Informação. Para ele, os fornecedores de soluções deveriam erguer uma estátua para Edward Snowden, o ex-agente da CIA, que denunciou as ações de espionagem da agência de segurança norte-americana "As oportunidades se multiplicaram. Muita empresa percebeu que a prevenção para ilícitos é necessária. Snowden provou que as vulnerabilidades existem".

O CPqD aproveitou o CIAB 2014, evento de Tecnologia bancária realizado em São Paulo, para fechar parcerias com empresas como IBM e Stefanini na área de gestão de fraudes. Assista a entrevista concedida pelo vice-presidente comercial do CPqD, José Eduardo Azarite, à CDTV, do portal Convergência Digital.