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Nossas bandeiras de luta

Regulação das plataformas digitais

  • Regulação democrática das plataformas e dos fluxos de dados para impedir abusos e assegurar direitos, contemplando transparência algorítmica, proteção de dados sensíveis,
    combate à desinformação e discursos de ódio.
  • Taxação das grandes plataformas digitais (como a criação de uma CIDE) para alimentar o Fundo Nacional de Apoio e Fomento ao Jornalismo.

Soberania digital

  • Instituição de política nacional de soberania digital que abranja infraestrutura, desenvolvimento tecnológico e regulação.
  • Investimentos em infraestrutura pública de dados (centros de dados nacionais) e conectividade de qualidade.
  • Desenvolvimento tecnológico próprio (software, hardware, Inteligência Artificial) por meio da articulação de universidades públicas e empresas nacionais.
  • Fomento ao uso de softwares livres e redes de plataformas digitais de código aberto.

Radiodifusão

  • Regulação democrática capaz de ampliar a
    concorrência e garantir novos modelos de negócio para a revitalização do mercado.
  • Regulamentação do Capítulo V da Constituição Federal, que proíbe monopólios e oligopólios e prevê a regionalização da produção cultural, artística e jornalística.
  • Transparência nas concessões de rádio e TV.

Comunicação Pública

  • Defesa e reconstrução da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).
  • Instalação de 26 emissoras abertas de rádio e TV nas capitais.
  • Realização da II Conferência Nacional de Comunicação (II Confecom).

Comunicação Comunitária e Alternativa

  • Ocupação de ⅓ do espectro brasileiro de radiodifusão em sinal aberto pelas TVs Comunitárias.
  • Plano Nacional de Outorgas (PNO) para rádios comunitárias em territórios tradicionais, quilombolas e indígenas.
  • “Bolsa Comunicador Popular” (no mínimo um salário mínimo) para pessoas treinadas em comunidades originárias, quilombolas e ribeirinhas.

Financiamento e Complementaridade

  • Efetivação do princípio da complementaridade (Art. 223 da Constituição Federal) para que as verbas federais sejam distribuídas igualmente (⅓ para cada) entre os sistemas estatal, empresarial e público/comunitário.
  • Destinação de pelo menos 10% da verba pública de publicidade para o financiamento da EBC e da mídia alternativa/comunitária.
  • Criação de fundos específicos de apoio e desenvolvimento para mídias alternativas e populares.